abrasel
Associação Brasileira de Bares e Restaurantes
Seccionais e Regionais
  • Abrasel
  • Associe-se
  • Eventos
  • Notícias
  • Imprensa

  • Home
  • Conexão Abrasel
  • Abrasel
  • Associe-se
  • Eventos
  • Notícias
  • Imprensa
  • Fale Conosco
  • Revista B&R
Seccionais e Regionais

Norte

  • Seccional Acre
  • Seccional Amapá
  • Seccional Amazonas
  • Seccional Pará
  • Seccional Rondônia
  • Seccional Roraima
  • Seccional Tocantins

Nordeste

  • Regional Agreste da Paraíba
  • Seccional Alagoas
  • Seccional Bahia
  • Seccional Ceará
  • Regional Costa do Descobrimento na Bahia
  • Seccional Maranhão
  • Regional Oeste Potiguar
  • Seccional Pernambuco
  • Seccional na Paraíba
  • Seccional Piauí
  • Regional Litoral Sul Potiguar do Rio Grande do Norte (Pipa)
  • Seccional Rio Grande do Norte
  • Seccional Sergipe

Centro-Oeste

  • Regional Serra da Bodoquena/MS
  • Regional Costa Leste
  • Seccional Distrito Federal
  • Seccional Goiás
  • Seccional Mato Grosso do Sul
  • Seccional Mato Grosso

Sudeste

  • Abrasel Regional Leste Fluminense RJ
  • Regional Alta Mogiana (Ribeirão Preto SP e Região)
  • Regional Campo das Vertentes
  • Regional Jequitinhonha MG
  • Regional no Norte de Minas Gerais
  • Regional da Região Metropolitana de Campinas
  • Regional Serras de Minas
  • Regional do Sul Fluminense RJ
  • Regional Sul de Minas
  • Regional Triângulo Mineiro
  • Regional União do Oeste
  • Regional Vale do Aço
  • Vale do Rio Doce
  • Regional Zona da Mata
  • Seccional Espírito Santo
  • Seccional Minas Gerais
  • Seccional Rio de Janeiro
  • Seccional São Paulo

Sul

  • Regional Campos Gerais
  • Regional Centro Sul do Paraná
  • Regional Hortênsias
  • Regional Norte do Paraná
  • Regional Noroeste do Paraná
  • Regional Oeste do Paraná
  • Seccional Paraná
  • Seccional Rio Grande do Sul
  • Seccional Santa Catarina

Saiba como é o plano de expansão da Rappi e o que o seu negócio tem a ver com isso

  • PUBLICADO EM: 17/02/2020
  • Tempo estimado de leitura: minuto(s).

Empresa ainda não obteve lucro após cinco anos de existência, no entanto, está coletando dados sobre clientes e vendas, cobiçados por grandes marcas, além de restaurantes, supermercados e lojas



"Vamos ajudar vocês a entender suas oportunidades perdidas", disse o chefe do aplicativo de entregas Rappi a restaurantes e marcas de alimentos. "Por que quarta-feira talvez não seja o melhor dia para você, ou por que o almoço é melhor que o jantar." A proposta de Sebastian Mejia ajuda a explicar por que a Rappi está investindo pesado em uma acelerada expansão na América Latina. Ela está desenvolvendo munição de sua arma: os dados.

A empresa, cujas mochilas laranjas dos entregadores tornaram-se características familiares de cidades como São Paulo, Bogotá e Cidade do México, ainda não obteve lucro após cinco anos de existência. No entanto, três executivos disseram à Reuters que, nos bastidores, a Rappi está coletando dados sobre clientes e vendas, cobiçados por marcas que variam do grupo de alimentos Nestlé à cervejaria Anheuser-Busch InBev, além de restaurantes, supermercados e lojas

"Parte da visão da Rappi é construir um ecossistema", disse o co-fundador de 35 anos, Mejia, à Reuters. "É muito mais do que uma empresa de entregas."

A startup, avaliada em US$ 3,5 bilhões e apoiada pelo SoftBank, está presente em nove países desde 2015. Oferece de tudo, desde compras de supermercados e refeições de restaurantes a medicamentos e móveis, e entrou no setor de aluguel de patinetes, viagens e serviços bancários básicos. Toda transação gera dados sobre os clientes, como onde eles moram, o que querem e quando precisam.

A Rappi procura atrair cada vez mais pessoas para o aplicativo, uma medida que enriquecerá ainda mais sua base de informações. Mejia disse que não transfere dados de clientes individuais aos comerciantes vinculados a seu sistema, mas analisa as tendências de compras.
A empresa planeja avançar em mais cidades da América Latina que tenham pelo menos 500 mil pessoas, enquanto trabalha na adição de mais serviços bancários digitais, acrescentou Mejia, que é da Colômbia. Mas a rápida expansão da empresa pode ser uma estratégia de alto risco e depende da manutenção da entrada de capital novo dos investidores até que os lucros se concretizem.

O SoftBank investiu cerca de US$ 1 bilhão na Rappi em abril do ano passado, tornando o aplicativo a sua maior aposta na América Latina. Há pressão sobre o investidor japonês para fazer da Rappi um sucesso após grandes perdas em dois de seus outros grandes investimentos, WeWork e Uber. Representantes do SoftBank não comentaram a estratégia da Rappi.

Os dados da Rappi podem ajudar marcas de consumo, além de restaurantes e mercados que vendem diretamente na plataforma, de acordo com Luis Techera, chefe de parcerias estratégicas do aplicativo no México. Se a Gillette, por exemplo, quiser lançar uma nova lâmina de barbear, a Rappi poderá enviar 100 mil amostras para pessoas com idades entre 27 e 35 anos que moram em determinados bairros.

"A Rappi pode entregá-las em uma semana a todos os usuários que já compraram uma lâmina da Gillette e isso é um ataque que ninguém tem", disse Techera.

A Nestlé utilizou os dados da Rappi para analisar hábitos de consumo, desde compras em mercados e farmácias a restaurantes. "A Rappi não tem escolha a não ser continuar crescendo. Vemos a Rappi como um veículo que continuará ajudando o desenvolvimento do comércio eletrônico", disse Luis Macin, vice-presidente de comércio eletrônico da Nestlé no México.

Questionado sobre em quanto tempo a Rappi obterá lucro, Mejia disse que sua prioridade é crescer rapidamente e que os investidores estão de acordo com o plano. "Quero atingir o maior número possível de consumidores", afirmou. "Prefiro investir nisso do que focar em metas de curto prazo ou rentabilidade a curto prazo."

Hendrick Lee, da Palm Drive Capital, que investiu na Rappi, afirmou que o ritmo de investimento da startup faz sentido na busca por expandir sua base de usuários. "Eu entendo o motivo da Rappi de queimar tanto dinheiro para chegar lá", disse Lee.

O que é o Rappi?

Um app que conecta os usuários a entregadores e serviços. Diferentemente de outros apps, elas prometem entregar "qualquer coisa" e resolvem "tudo" para você por uma taxa, em geral, de menos de R$ 10. Então sai mais barato que muito frete por aí, que pagar estacionamento, que chamar o motoboy. Se bobear, sai mais barato que o ônibus para ir e voltar. Os serviços servem para atender quem quer praticidade e quem quer ganhar dinheiro fazendo entregas no tempo livre. Para oferecer o serviço, é preciso ter mais de 18 anos, um meio de transporte (bicicleta, moto ou carro) e um smartphone.

Como as entregas funcionam?

O usuário seleciona no app o que deseja e o sistema procura automaticamente os entregadores mais próximos disponíveis para o trabalho. Quem aceitar a "corrida" fica responsável pelo serviço. Durante o processo, os usuários conseguem acompanhar em tempo real a entrega e, se precisarem, podem falar direto com o entregador via chat, que funciona dentro dos aplicativos/site.

A empresa possui parcerias com restaurantes, farmácias, supermercados, lojas, conveniências, adegas. O cliente pode até pedir para o entregador sacar dinheiro. Neste último caso, a Rappi afirma que, assim como todas as encomendas, a empresa se responsabiliza pelo valor em casos extravios.

O produto sai mais caro?

As companhias prometem preços iguais aos que você encontra nos estabelecimentos, mas dá para ver que alguns produtos são um pouco mais caros. A diferença é que o usuário precisa pagar a taxa de entrega, como em outros serviços delivery.

O entregador é explorado?

Segundo a Rappi, cada entregador recebe integralmente a taxa de entrega por serviço feito. Os mais entregadores cadastrados são microempreendedores individuais, ou seja, prestadores de serviço (sem carteira assinada ou vínculo empregatício). É a mesmo lógica de aplicativos como o Uber: quanto mais entregas você fizer, mais dinheiro conseguirá. O que não deixa de ser um esquema polêmico, apesar de muito reproduzido.

Como é que a conta fecha?

O jeito mais óbvio de a empresa ganhar dinheiro é fazendo parcerias com os estabelecimentos comerciais. Segundo a Rappi, eles ganham uma porcentagem em cima daquilo que o parceiro vende. Mas, começa a ficar claro que os dados armazenados no sistema têm bastante valor.

Fonte: UOL

Notícias Relacionadas

Abrasel disponibiliza guia de inclusão para crianças com autismo em restaurantes

Mesmo com o maior aumento do salário médio em dois anos, contratações perdem ritmo

Sancionada lei que muda regras da licença-paternidade no Brasil

Abrasel avalia como acertada a abertura de inquérito do Cade sobre 99Food

Comentários

Últimas Notícias

Abrasel disponibiliza guia de inclusão para crianças com autismo em restaurantes

Mesmo com o maior aumento do salário médio em dois anos, contratações perdem ritmo

Sancionada lei que muda regras da licença-paternidade no Brasil

Abrasel avalia como acertada a abertura de inquérito do Cade sobre 99Food

Brasil Sabor chega à 20ª edição com temática inspirada no futebol

Tecnologia e reforma tributária moldam o futuro do varejo e dos serviços

ABRASEL - Associação Brasileira de Bares e Restaurantes é uma organização de cunho associativo empresarial que tem como missão representar e desenvolver o setor de alimentação do fora do lar, construindo um Brasil mais simples e seguro de se empreender e melhor para se viver.

MENU

  • Abrasel
  • Associe-se
  • Eventos
  • Notícias
  • Imprensa
  • Política de Privacidade

Endereço

Avenida Brasil 888 - Santa Efigênia
Belo Horizonte/MG
CEP: 30140-001
CNPJ: 29.363.868/0001-38


Contato

Associe-se
Copyright © - Abrasel - Todos os direitos reservados