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Resultados positivos também surgiram no segmento de franquias, tendo os negócios na alimentação fora do lar como destaque

A eficiência das marcas auxiliou para que o setor de alimentação fora do lar gerasse um bom resultado, como por exemplo, investimentos em inovação, seja ela no processo de operação ou em ações de comunicação. O grande impulso no setor pode ser explicados também pelas novas plataformas de delivery e pela capilaridade de operações, que facilitam a logística de acesso ao consumidor. Intimamente ligado à tecnologia, o setor de delivery precisa estar sempre atento ao que surge de novidade para otimizar processos e melhorar a experiência de quem pede comida em casa ou no trabalho.

Um levantamento feito pelo Sebrae reforça a preferência dos consumidores por locais que ofereçam entrega em domicílio. Metade dos restaurantes e lanchonetes atendidos pela instituição em todo o país oferecem o serviço, sem terceirização, para dar mais comodidade ao cliente. Ainda segundo a pesquisa, 12% deles não possuem loja física, trabalhando exclusivamente por meio de entregas, sem portas abertas para a rua.

Segundo o último levantamento divulgado pela Associação Brasileira de Franchising, o setor de franquias registrou um crescimento de 7% na receita no ano passado em relação aos R$ 163 bilhões registrados em 2017. Considerado destaque entre os seguimentos, o setor de alimentação segue mantendo a liderança em número de franqueadores e de operações. De acordo com o estudo, esse crescimento constante da receita gerada acontece principalmente pelo aumento de consumo de refeições fora do lar, pois hoje o brasileiro gasta cerca de 25% de sua renda nessa modalidade.

Com esses dados, fica comprovado que para quem deseja ter seu próprio negócio, mas tem medo de arriscar, investir em uma franquia delivery no setor de alimentação pode ser a opção mais correta e segura.

Para Rafael Matos, sócio da N1 Chicken, o segmento de delivery vem ganhando mais espaço pois permite que o brasileiro empreenda com um valor mais justo. “O delivery exige um espaço menor e o franqueado não precisa necessariamente ter um ponto estratégico – que normalmente acaba elevando o custo. Esse tipo de negócio traz maior praticidade para o empresário, e consequentemente, uma melhoria na gestão”, comenta.

Já de acordo com uma pesquisa da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (ABRASEL), o crescimento do número de pedidos via aplicativo gira em torno de R$ 1 bilhão a cada mês. O número, que em média é um aumento de 12%, faz com que o setor no Brasil movimente em torno de R$11 bilhões a cada 12 meses. A ABF – Associação Brasileira de Franchising, informa que a perspectiva para este ano é que o setor de franchising tenha uma alta de faturamento entre 8% e 10% e que haja um incremento de 5% na geração de empregos.

Fonte: Segs

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